Os 7 segredos de Lost
1- O SIGNIFICADO DOS NÚMEROS
4, 8, 15, 16, 23, 42. A seqüência numérica cheia de mistérios, que sempre aparece na série, ganhou uma explicação oficial. Ela faz parte de uma equação criada pelo matemático (fictÃcio) Enzo Valenzetti. E diz quanto tempo resta até o fim do mundo. Alvar Hanso (1), o fundador da Dharma, anunciou isso num vÃdeo que os produtores de Lost fizeram para a internet. O que Valenzetti fez foi dar valores numéricos para os “fatores humanos e ambientais que levariam ao fim da humanidade”. E esses valores são 4, 8, 15, 16, 23 e 42. A explicação oficial termina aÃ, e você pode interpretá-la como quiser. Mas o ponto é que Hanso, após ter acesso à equação de Valenzetti, entrou de cabeça na idéia de salvar a humanidade da extinção. Como? Leia aqui embaixo.
2- AS ORIGENS DA DHARMA
Se os números representam os fatores que vão levar ao fim do mundo, é preciso dar um jeito de alterá-los. Mas não basta caneta e papel. Segundo Alvar Hanso, para mudar os valores da equação precisarÃamos manipular o meio ambiente e o comportamento das pessoas. Para entender isso melhor, vamos chutar o balde e partir para uma interpretação livre: se o número 4 representasse, vá lá, o nÃvel da agressividade humana, precisarÃamos baixá-la para 3 ou 2 para salvar o mundo. Hanso imaginou que, com muita pesquisa cientÃfica, daria para conseguir algo assim. Então, em meados dos anos 70, fundou a Iniciativa Dharma - sigla em inglês para Departamento de HeurÃstica e Pesquisa em Aplicações Materiais. “HeurÃstica” é o ato de descobrir coisas novas. E era descobrindo coisas, em campos que vão da psicologia ao eletromagnetismo, que a Dharma esperava mudar os fatores numéricos da equação. Para fazer isso de forma secreta, montaram seu aparato cientÃfico num lugar ermo: uma ilha que só a cúpula da Dharma sabe onde fica.
3- AS EXPERIÊNCIAS NA ILHA
Não está claro que tipo de pesquisa os cientistas foram fazer lá. Mas não faltam pistas. Algumas inscrições num mapa da ilha que apareceu na TV deixam claro que a Dharma alterou o gene de ursos polares para adaptá-los à selva. Essa seria uma forma de manipular o ambiente para mudar os fatores da equação de Valenzetti. Das experiências com gente, a mais óbvia aparece por toda a 2ª temporada: condicionar pessoas a apertar botões em intervalos fixos de tempo. Mas há outra que só apareceu no vÃdeo de Hanso: expor pessoas a um vÃrus mortal. O grupo de cientistas de Danielle Rousseau, que aportou na ilha no final dos anos 80, provavelmente morreu por causa desse vÃrus. Algumas teorias, aliás, defendem que Danielle e sua trupe foram enviados pela Dharma - apesar de ela ter dito que foi parar na ilha por acidente. Outros que talvez fizeram parte da Iniciativa são eles mesmos: os Outros.
4- QUEM SÃO OS OUTROS
Um porta-voz da Hanso Foundation, a empresa por trás da Dharma, disse numa entrevista (fictÃcia) ao canal ABC que a Iniciativa encerrou suas atividades em 1987. Então o que os Outros, que controlam instalações da Dharma, estão fazendo na ilha? Certas teorias dizem que alguns deles foram para lá quando eram crianças, nos anos 70, como parte das experiências da Iniciativa com seres humanos. Agora que estão na casa dos 30, 40 anos, eles seqüestrariam crianças para continuar essas mesmas experiências. Note que Benjamin Linus, o lÃder dos Outros, já disse que “passou a vida inteira na ilha”. Outras teorias defendem que eles sejam cientistas dissidentes da Dharma que resolveram ficar na ilha para salvarem-se do apocalipse. Seja como for, eles talvez não sejam os únicos “Outros” ali.
5- UMA CIVILIZAÇÃO PERDIDA
Quem estava na ilha antes de a Dharma chegar? O povo que fez a estátua de 4 dedos, aquela do final da 2ª temporada. Os produtores disseram no podcast de Lost que, sim, ela foi feita antes de a Iniciativa atracar na ilha. O mural aqui do lado, que fica num canto do hatch, mostraria o fim desse povo. Olha a parte em azul do quadro. Essa onda representaria o desastre que arrasou a população nativa: um tsunami - o mesmo que teria levado o navio Black Rock até o meio do mato. Mas a tragédia pode não ter matado todo mundo. Remanescentes ainda viveriam na ilha. E seriam o povo que anda sem deixar pegadas, sussurra no meio da floresta e faz as fogueiras sinistras que aparecem de vez em quando. Algo como “os outros Outros”. A ver.
6- O CHEFE SUPREMO DOS OUTROS
Os nomes de Lost não existem em vão - John Locke e Danielle Rousseau, batizados em homenagem a filósofos, estão aà para provar. No caso dos Outros, a inspiração parece ter vindo da BÃblia. E isso pode revelar algumas coisas. Tipo: o lÃder Benjamin Linus teria um superior vivendo na ilha, Jacob. Ele só foi mencionado uma vez na série, e pode ser o ainda misterioso homem de tapa-olho (1). O fato é que, na BÃblia, Benjamin é o nome do filho preferido de… Jacob (Jacó, em português). O livro sagrado também diz que Jacó é filho de Isaac. E, sim, tem um Isaac em Lost. Ele é um curandeiro que vive na Austrália (2). Foi à clÃnica dele que Bernard levou Rose para tentar livrá-la de um câncer. É que Isaac usa o que ele chama de “força da Terra” para extirpar tumores e fazer com que paralÃticos voltem a andar. A Dharma pesquisa a força magnética toda especial da ilha. Tão especial que destrói cânceres e cura paralÃticos. Isaac, então, pode ter conexões com a Dharma. E até ser o chefão dos Outros. Pelo menos é o que está na BÃblia.
7- AS INFILTRADAS
LIBBY
Não faltam suspeitas sobre a moça. Primeiro, ela não revela que já conhecia Hurley antes do vôo. Quando o gordinho diz “Te conheço de algum lugar…”, ela só fala: “Você tropeçou no meu pé enquanto embarcava no avião”. Mas sabe-se que isso não aconteceu. Também sabemos que o marido dela, morto, se chamava Dave. E que Hurley matou duas pessoas ao derrubar um pÃer com seu peso. E que ele tem um amigo imaginário chamado Dave. A suspeita é que os dois Daves sejam a mesma pessoa. Hurley teria criado o amigo imaginário por causa da culpa que sente por ter matado o Dave de Libby no pÃer. Por sinal, esse Dave freqüentava pÃeres, já que tinha um barco. O mesmo barco que Libby deu para Desmond. Tudo isso indica que ela colocou Hurley e Desmond de propósito na ilha. E que talvez seja uma espécie de recrutadora de “voluntários” para experiências da Dharma.
CINDY
O escritor Gary Troup foi um dos passageiros que morreram na queda. Ele escreveu o livro Bad Twin (lançado na vida real). E dedica a obra ao amor de sua vida: a aeromoça Cindy, uma das sobreviventes. Bom, Bad Twin menciona a Hanso Foundation. Isso indica que Gary (e possivelmente Cindy) tenha alguma ligação com a Dharma. A aeromoça sumiu no meio do mato na 2ª temporada, mas volta agora, na 3ª. A ABC mostrou, num trailer, que ela está vivendo com os Outros. Parece bem feliz. Então nada impede que Cindy já soubesse o que estava acontecendo na ilha, e que tenha ajudado a levar os passageiros do vôo 815 para servirem de cobaias aos Outros. Talvez ela saiba muito mesmo. É que seu ex-amante Gary Troup chegou a fazer um outro livro. A obra se chama A Equação de Valenzetti - aquela mesma, que deu inÃcio à Dharma.
Fonte: Super Online

Fevereiro 1st, 2007 at 09:28
Abril 15th, 2007 at 08:43
Abril 24th, 2007 at 21:22
Soube bem ler estes paragrafos, retornei por momentos a 1ª season, foi giro…
Obrigado pela pesquisa e divulgação embora me pareça um pouco desactualizada!!